quarta-feira, 12 de maio de 2010
Deixo aqui alguns sons para Baixarem....
* Amor Sem Amor - Transmissor
Nos dias que correm é muito comum ouvir-se a frase “eu te amo”, tão comum que esta acabou por se tornar numa expressão corriqueira. Este som fala exactamente sobre isso; leva-nos a reflectir sobre até que ponto estamos a ser sinceros quando a usamos, até que ponto somos capazes de realmente amar alguém e como este sentimento se deveria reflectir na nossa conduta diária. Amor de emoção ou amor do coração?
* Real Hip Hop - Filhos da Arte & Raf Tag
Beat fudido e flow filipado. Fillhos da Arte e Raf Tag unem-se nessa faixa para mais uma vez empurrar para fora desta estrada artistas armados em hip hopper´s, mas que do Rap (mal feito) não passam. Este som vem mostrar que o underground vai estar para sempre no poder.
* Sorrisos Imperfeitos - Bob Da Rage Sense & Dino
Ora aí está um tema remonta a origem do Hip Hop: o racismo. Desde o despontar do Hip Hop enquanto movimento que os rappers têm pressionado esta tecla social.
Mas nem por isso Bob Da Rage Sense foi retrógrado na sua abordagem; esta é uma realidade muito actual, mas a resistência continua porque quanto maior for o ódio, maior é a força do amor.
* Palavras Serão Palavras - Ikonoklasta & Supremo G
Granda som. Pra quem ainda não entendeu o que significa o termo “revolução”, para aqueles que passam a vida a gritar por ela, mas não passam disso mesmo. É pura hipocrisia clamar por revolução quando os nossos próprios actos não condizem com as nossas palavras, é pura demagogia gritar revolução trancados dentro de casa (ou no estúdio).
ENCONTREI ESSE TEXTO NUM BLOG E FIZ UM COPI PASTE PARA VOCÊS DAREM A VOSSA OPINIÃO....EU TENHO A MINHA...CURTAM:
A institucionalização do Rapper Yannik ( Afroman)
Yanick está institucionalizado, foi domesticado. Já é nesta altura o principal rosto da propaganda oficial destinada aos jovens com problemas sociais ou em conflito com a lei. De rapper contestatário, Yanick virou menino bem comportado. Ganda Yanick!
A Verdade é que o mano nunca foi duro como muitos rappers da cena nacional, mas não esperávamos este desvio, é verdade também que yannik tem se mostrado incoerente (canta "Mentalidade" e logo a seguir ataca homossexuais) mas daí a virar "boneco do sistema"...Ainda por cima, todos sabemos que estas campanhas não produzem nada. Mais ganharíamos se tornássemos os professores em agentes de civismo do que estrelas do tipo.
in:morrodamaianga
A Verdade é que o mano nunca foi duro como muitos rappers da cena nacional, mas não esperávamos este desvio, é verdade também que yannik tem se mostrado incoerente (canta "Mentalidade" e logo a seguir ataca homossexuais) mas daí a virar "boneco do sistema"...Ainda por cima, todos sabemos que estas campanhas não produzem nada. Mais ganharíamos se tornássemos os professores em agentes de civismo do que estrelas do tipo.
in:morrodamaianga
terça-feira, 11 de maio de 2010
Manos, é já nesse Domingo, dia 16 de Maio de 2010, à partir das 14: 30 horas, que acontece a IIª Edição da TARDE HIP HOP, um evento organizado quinzenalmente pelas Produtoras GROOVE FAMÍLIA, IDEIAS FIXE e ETU PRODUSONS.
A IIª Edição da Tarde Hip Hop, terá a participação especial da Caixa de Pandora, Groove Família, Urban Beat, 18ª Esquadrilha, Shine, Ti Kufa, Mano Ndoko, Wima Naiobe, Sobreviventes do Inferno e terá também, momentos de Freestyle e Break dance...
A IIª Edição da Tarde Hip Hop, terá a participação especial da Caixa de Pandora, Groove Família, Urban Beat, 18ª Esquadrilha, Shine, Ti Kufa, Mano Ndoko, Wima Naiobe, Sobreviventes do Inferno e terá também, momentos de Freestyle e Break dance...
Os primeiros espectadores terão direito a um CD da Mixtape da Groove Familia Vol 2.
OBS: O evento acontecerá no Bairro Kassequel, Rua 56.
OBS: O evento acontecerá no Bairro Kassequel, Rua 56.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
GPRO BATE RECORD DE VENDAS EN MAPUTO COM O ÁLBUM "NA LINHA DA FRENTE"
Os gprO Friends de Angola podem respirar aliviados, não precisam pedir a ninguém para enviar o disco por e-mail, os blog’s LusoHipHop e DinoCross já pensaram na necessidade que ter o disco da gprO, então a partir de agora começamos a marcha para o dia da venda do álbum em Angola, que será ainda neste mês e em duas actividades,última sexta-feira do mês e no show da Masta K produções dia 30 de Maio no Elinga Teatro. não perca tempo e reserve já o seu exemplar original , envie SMS para 923592486 ou 923561673 com o texto: reserva gprO, em seguida o seu nome. ex.: “reserva gprO, Cenas”.
Vamos fortalecer o conceito de Rap Lusófono, comprando o álbum da gprO e se tornando num gprOfriend
domingo, 9 de maio de 2010
ALGUNS VÍDEOS DA TARDE HIP HOP...
Manos aqui estão mais dois vídeos da 1ª Edição da TARDE HIP HOP. Em breve espero postar ,também, os vídeos da actuação da CAIXA DE PANDORA no referido evento.
Espero que curtam os vídeos....
Espero que curtam os vídeos....
sábado, 8 de maio de 2010
sexta-feira, 7 de maio de 2010
HIP HOP PULSAÇÃO ENTREVISTA MIND DA GAP....
Ainda não se passaram quinze dias desde que Mind da Gap editou a sua mais recente pedrada musical, intitulada "A Essência", e já corre a ideia generalizada do grande regresso do grupo. Com um vasto historial de sucessos e com uma decisiva preponderância no rap feito em Portugal, Mind da Gap aflora temáticas pertinentes, levanta bem alto a bandeira do Hip Hop, expande a sua própria discografia para um outro nível. O HIPHOPulsação teve a feliz oportunidade de colocar umas questões ao grupo e as respostas não desiludiram. Ace, Presto e Serial a provarem porque continuam essenciais neste Hip Hop que é o corpo e a alma deles.
1- Afinal, o que é estar “sintonizado no modo alternativo”?
MDG- É viver numa sintonia diferente daquela em que é suposto estarmos todos, ou daquela em que gostariam que estivéssemos. É seres verdadeiro - contigo e com os outros, teres espírito crítico e não engolires tudo o que te “dão a comer”, lutares por aquilo em que acreditas, fazeres aquilo que sentes que deves fazer, ter vontade de ser feliz e estar preparado para fazer o que for preciso para isso acontecer, não seguires o estado de espírito geral do “rebanho”, não viver no medo, alimentar o rebelde que há em ti com informação fora dos esquemas de controlo. No fundo, seres fiel a ti mesmo e às tuas convicções.
2- Existe um traço sublinhado a grosso neste vosso disco relativamente ao mal-estar social. Acreditam, tal como Camões, que «um rei fraco faz fraca a forte gente»?
MDG- Sem sombra de dúvida. Pior do que isso, diríamos “um rei actor faz pouco inteligente e amorfa a forte gente”. A política em Portugal parece uma “filial” de Hollywood. E enquanto tu, quando vais ver um filme ao cinema, se não gostares do mesmo, podes sempre levantar-te e ir embora, aqui o “público” parece estar amarrado às cadeiras. Faz-nos pensar naquela frase de “estar à beira do abismo e dar um passo em frente”- todos os dias são assim no nosso jardim à beira mar plantado.
MDG- É viver numa sintonia diferente daquela em que é suposto estarmos todos, ou daquela em que gostariam que estivéssemos. É seres verdadeiro - contigo e com os outros, teres espírito crítico e não engolires tudo o que te “dão a comer”, lutares por aquilo em que acreditas, fazeres aquilo que sentes que deves fazer, ter vontade de ser feliz e estar preparado para fazer o que for preciso para isso acontecer, não seguires o estado de espírito geral do “rebanho”, não viver no medo, alimentar o rebelde que há em ti com informação fora dos esquemas de controlo. No fundo, seres fiel a ti mesmo e às tuas convicções.
2- Existe um traço sublinhado a grosso neste vosso disco relativamente ao mal-estar social. Acreditam, tal como Camões, que «um rei fraco faz fraca a forte gente»?
MDG- Sem sombra de dúvida. Pior do que isso, diríamos “um rei actor faz pouco inteligente e amorfa a forte gente”. A política em Portugal parece uma “filial” de Hollywood. E enquanto tu, quando vais ver um filme ao cinema, se não gostares do mesmo, podes sempre levantar-te e ir embora, aqui o “público” parece estar amarrado às cadeiras. Faz-nos pensar naquela frase de “estar à beira do abismo e dar um passo em frente”- todos os dias são assim no nosso jardim à beira mar plantado.

3- São cada vez mais os elogios feitos ao rap português. Todavia, o que é que lhe falta para que vingue em pleno na música nacional?
MDG- Não sei bem o que é o “vingar em pleno na música nacional”. Acredito que o rap português avançou muito a todos os níveis desde o nosso começo até agora. Mas não nos podemos alhear do facto de que o mercado musical caiu muito nos últimos anos e ao rap português quase não foi deixado espaço para além da “barreira do download ilegal”. Hoje em dia, quem vinga (vou considerar o “vingar” como um sinónimo de popularidade e vendas) na música são quase exclusivamente os produtos feitos para grande consumo, a versão musical do fast-food - e nesse sentido, talvez até seja positivo o não vingarmos, é quase um sinónimo de qualidade esse “selo” do não vingar.
4- Sonhar é um dos pressupostos da arte. Que sonhos tem Mind da Gap?
MDG- Boa pergunta… Acho que podemos resumir os sonhos todos a um estado de espírito global muito diferente daquele que temos hoje em dia. Se o mundo fosse um “sítio” completamente diferente, os sonhos de todos eram possíveis de concretizar. Um mundo menos “cerebral”, menos centrado no capital e no lucro, com menos ganância, menos corrupção, menos injustiças, menos preconceitos. Uma frequência mais espiritual, mais livre (realmente livre), com mais espaço para a realização individual de todos, com mais verdade, honra, respeito - este seria um mundo onde os sonhos de todos podiam ser realizados. Mas este não é o mundo que temos, não é o mundo para o qual nos condicionam, não é o mundo para o qual estamos preparados.
5- Espalham por todo o álbum um celestial amor pela cultura Hip Hop. Ainda se lembram quando e como se apaixonaram pelo movimento, quando aconteceu aquele clique?
MDG- Não sei bem o que é o “vingar em pleno na música nacional”. Acredito que o rap português avançou muito a todos os níveis desde o nosso começo até agora. Mas não nos podemos alhear do facto de que o mercado musical caiu muito nos últimos anos e ao rap português quase não foi deixado espaço para além da “barreira do download ilegal”. Hoje em dia, quem vinga (vou considerar o “vingar” como um sinónimo de popularidade e vendas) na música são quase exclusivamente os produtos feitos para grande consumo, a versão musical do fast-food - e nesse sentido, talvez até seja positivo o não vingarmos, é quase um sinónimo de qualidade esse “selo” do não vingar.
4- Sonhar é um dos pressupostos da arte. Que sonhos tem Mind da Gap?
MDG- Boa pergunta… Acho que podemos resumir os sonhos todos a um estado de espírito global muito diferente daquele que temos hoje em dia. Se o mundo fosse um “sítio” completamente diferente, os sonhos de todos eram possíveis de concretizar. Um mundo menos “cerebral”, menos centrado no capital e no lucro, com menos ganância, menos corrupção, menos injustiças, menos preconceitos. Uma frequência mais espiritual, mais livre (realmente livre), com mais espaço para a realização individual de todos, com mais verdade, honra, respeito - este seria um mundo onde os sonhos de todos podiam ser realizados. Mas este não é o mundo que temos, não é o mundo para o qual nos condicionam, não é o mundo para o qual estamos preparados.
5- Espalham por todo o álbum um celestial amor pela cultura Hip Hop. Ainda se lembram quando e como se apaixonaram pelo movimento, quando aconteceu aquele clique?
MDG- Como se fosse hoje. Coincidentemente, ou não (depende daquilo em que cada um acreditar) tivemos experiências bastante semelhantes e fomos “apresentados” à cultura na mesma altura e, como hoje se percebe, bateu-nos de forma igualmente avassaladora. Tivemos os 3 o contacto inicial com as primeiras batidas na altura do breakdance, mas só mais tarde percebemos os 3 que este ia ser o nosso caminho. Os Public Enemy com “It takes a nation of millions to hold us back” (1988) e os De La Soul com o seu primeiro álbum “3 feet high and rising” (1989) foram os responsáveis pelo clique, sem dúvida, para os 3. Esses álbuns amarraram-nos a isto para sempre.
6- “Não Pára” é uma das faixas mais fortes do disco. Encontram explicação para se dizer tão insistentemente que o Hip Hop está morto?
MDG- Suspeitamos que sim… A verdade é que morto, morto, não está “somos a prova disso, vivos”. Mas que está longe de ser aquilo que já foi e que possivelmente poderia ser, está. E percebemos que alguém possa dizer que o hip hop está morto para provocar uma reacção em quem faz e em quem ouve rap e vive o hip hop. Hoje em dia tornou-se muito fácil fazer música - mais ainda (supostamente) se for Rap - e principalmente na América, o rap é uma saída profissional como outra qualquer, um bilhete de saída do gueto e/ou do negócio do tráfico ou outras actividades ilícitas. Por isso mesmo, o meio hip hop está inundado de música de fraca qualidade, baixo teor de conteúdo e praticada por pessoas sem o mínimo talento, interesse, cultura ou conhecimento, cujo único objectivo é ganhar muito dinheiro para poderem dar azo às suas ânsias e vaidades. Não queremos com isto dizer que o hip hop deva ser reservado para uma elite de bom gosto musical (e interesse, cultura e conhecimento, etc). O hip hop quer-se pluricultural, multirracial, universal. Mas pode ser tudo isto com bom gosto, com interesse, com um sentido de existência menos fútil, menos oco, menos plástico, menos formulaico. E não tem sido - e talvez seja por isso que haja quem afirma que o hip hop está morto.
7- Como é que Mind da Gap vê a relação Internet / Hip Hop português?
6- “Não Pára” é uma das faixas mais fortes do disco. Encontram explicação para se dizer tão insistentemente que o Hip Hop está morto?
MDG- Suspeitamos que sim… A verdade é que morto, morto, não está “somos a prova disso, vivos”. Mas que está longe de ser aquilo que já foi e que possivelmente poderia ser, está. E percebemos que alguém possa dizer que o hip hop está morto para provocar uma reacção em quem faz e em quem ouve rap e vive o hip hop. Hoje em dia tornou-se muito fácil fazer música - mais ainda (supostamente) se for Rap - e principalmente na América, o rap é uma saída profissional como outra qualquer, um bilhete de saída do gueto e/ou do negócio do tráfico ou outras actividades ilícitas. Por isso mesmo, o meio hip hop está inundado de música de fraca qualidade, baixo teor de conteúdo e praticada por pessoas sem o mínimo talento, interesse, cultura ou conhecimento, cujo único objectivo é ganhar muito dinheiro para poderem dar azo às suas ânsias e vaidades. Não queremos com isto dizer que o hip hop deva ser reservado para uma elite de bom gosto musical (e interesse, cultura e conhecimento, etc). O hip hop quer-se pluricultural, multirracial, universal. Mas pode ser tudo isto com bom gosto, com interesse, com um sentido de existência menos fútil, menos oco, menos plástico, menos formulaico. E não tem sido - e talvez seja por isso que haja quem afirma que o hip hop está morto.
7- Como é que Mind da Gap vê a relação Internet / Hip Hop português?MDG- Mal e bem. Bem pelo lado do público, porque sabemos que nem toda a gente tem possibilidade de comprar CDs ao preço que a indústria e o Estado insistem em vendê-los e a internet é o meio que essas pessoas têm de ter acesso à música que querem ouvir. Mal, porque sabemos que a maior parte das pessoas (jovens) não tem a mínima consciência do mal que pode estar a causar a um artista (ou grupo) ao descarregar o seu CD. Há despesas envolvidas no processo de lançamento de um CD - antes e depois de ele sair para a rua - e elas têm de ser pagas, as editoras não são instituições de caridade ou beneficiência e para quem faz edições de autor é ainda mais grave porque essas despesas saem do “bolso” de quem resolveu apostar em si mesmo. Mas para nós, os reais responsáveis desta situação, são os únicos de que nunca ninguém fala - isto é muito mais do que uma relação músico/público - as empresas que fornecem acesso à internet, lucram bastante com os downloads ilegais - que os próprios encorajam e publicitam - e ninguém tem coragem para os obrigar a pagar uma taxa que seja distribuída pelos autores que são pilhados de forma aberta e com conhecimento e conivência dessas empresas.
8- “Injecto misticismo na visão da cidade”, refere Ace. Sendo Mind da Gap um grupo embaixador da cidade do Porto e orgulhoso das suas raízes, como vêem estes anos de governação de Rui Rio?
MDG- Em termos culturais, que é a parte à qual estamos mais atentos, esta presidência de câmara tem sido muito fraca. Numa cidade com um Rio D’ouro, temos uma governação por um Rio muito pobre.
9- A fechar, em Portugal, o que vos inspira para fazer arte?
MDG- Em primeiro lugar, a nossa sincera vontade de o fazer. Depois, em Portugal, assim como no resto do mundo, não falta inspiração. Positiva e infelizmente, menos positiva. De certa forma, tudo pode ser inspiração, tudo o que nos rodeia. Talvez essa inspiração não nos apareça, na maior parte das vezes, de forma absolutamente consciente, de maneira a conseguirmos materializá-la de imediato. Mas há coisas que ficam gravadas algures nos nossos cérebros e na altura de criar, quando são necessárias, saem em forma de letras e/ou instrumentais.
Por: Druco e Sempei
Fotos: André Tentúgal
O HIPHOPulsação agradece a Mind da Gap e à editora Meifumado por terem tornado possível esta entrevista.
8- “Injecto misticismo na visão da cidade”, refere Ace. Sendo Mind da Gap um grupo embaixador da cidade do Porto e orgulhoso das suas raízes, como vêem estes anos de governação de Rui Rio?
MDG- Em termos culturais, que é a parte à qual estamos mais atentos, esta presidência de câmara tem sido muito fraca. Numa cidade com um Rio D’ouro, temos uma governação por um Rio muito pobre.
9- A fechar, em Portugal, o que vos inspira para fazer arte?
MDG- Em primeiro lugar, a nossa sincera vontade de o fazer. Depois, em Portugal, assim como no resto do mundo, não falta inspiração. Positiva e infelizmente, menos positiva. De certa forma, tudo pode ser inspiração, tudo o que nos rodeia. Talvez essa inspiração não nos apareça, na maior parte das vezes, de forma absolutamente consciente, de maneira a conseguirmos materializá-la de imediato. Mas há coisas que ficam gravadas algures nos nossos cérebros e na altura de criar, quando são necessárias, saem em forma de letras e/ou instrumentais.
Por: Druco e Sempei
Fotos: André Tentúgal
O HIPHOPulsação agradece a Mind da Gap e à editora Meifumado por terem tornado possível esta entrevista.
COMPILAÇÕES....
Hoje passei pelo blog 1009dades e encontrei essa matéria que achei importante, por isso, resolvi fazer um resumo e meter aqui essas Grandes compilações para os manos baixarem e curtirem:
- Compilação Freestyle (c/God-G,Valete, AC, Lancelot, Abdiel, Bob da Rage Sense..., Lil Jorge, Mata-Frakuxz, MCK, Ssp, Chullage etc...)
- Compilação Barras & Beefs Pt1 (c/Morte, Sir Scratch, Dji Tafinha, Kid MC, Laton, C4, Ikonoklasta, Força Suprema etc.)
- Compilação Barras & Beefs Pt2 (Novo) (Halloween, Kalibrados, Lancelot, Salvaterra, God-G, Sam The Kid, Regula, Xeg, MCK, Raiva, Tekilla, Valete, Bob da Rage Sense etc...
(fonte: WWW.1009dades.blogspot.com)
ALGUNS VÍDEOS DA TARDE HIP HOP...
Manos, deixo aki apenas 2 vídeos da tarde HIP HOP e em breve espero deixar mais outras cenas...Curtam e deixem comentários.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
FRIENDS [NAS & DAMIAN MARLEY]

O que eu vou postar agora não tem a ver com o hip hop luso, mas é a música angolana nos holofotes do mundo, então merece ser divulgado aqui. Acredito que muitos já ouviram falar do álbum Distant Relatives de Nas e Damian Marley, cujo principal tema a abordar será África e a sua previsão de lançamento é o dia 25 de Maio, dia de África.
A 10ª faixa do álbum recebe o título de "Angola (Friends)" e o beat tem o sample de um artista angolano que agora não me recordo do nome, se não estou em erro é Tony do Fumo (depois confirmo). Poderão notar algumas falas em Kimbundu no início da música, a cena está mesmo dope.
Para quem ainda não ouviu o som, pode baixar aqui. Comentem sempre...
Link para download: Mediafire
(info: www.lusohiphop.blogspot.com)
MURALHA....

Kennedy e DaBullz são integrantes da Cérebro Records e juntos eles formam a Muralha. As músicas que hoje deixo fazem parte do Ep lançado no ano passado, do álbum "Klassicobelicamente Dropando (Alimento Sólido)"...
Curtam as cenas.
Tracklist:
01. Na Mesma Trilha
02. De Lá Pra Cá
03. Isso Não É Hip Hop
04. Excesso de Zelo
05. Outra Dimensão
Link para download: Mediafire
(info: www.lusohiphop.blogspot.com)
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